Escrever

Não me lembro de um dia da minha vida em que não tenha pensado em escrever. Mesmo nos dias em que não o faço penso nisso. Quando me sinto bem adoro escrever sobre isso. Quando me sinto menos bem alivia-me relatar o que sinto.

As palavras têm mais poder do que armas. Mudam o mundo, formam pessoas, fazem de nós mais humanos do que somos. Escrever, seja o que for, é respirar.

Gosto de respirar através do Fiel Depositário, mais pessoal e íntimo, e do Pista de Aterragem, mais fresco e mais profissional. Este site é a ponte entre nós, o ponto de encontro, a encruzilhada. É onde se encontram as minhas palavras, mas também as actividades, os projectos e as aventuras.

Publicar um livro é como respirar fundo. O ar é diferente, mais duradouro, mais saboroso, mais difícil de encontrar mas mais fácil de absorver. Assim foi com o Aldeia de Luz, que faz parte de mim através dos pensamentos e sentimentos que ali estão plasmados. No Dois Maços as palavras foram formas, simetrias, jogos e afirmação. Quando o Natal Quiser é o futuro digital, a exploração da loucura, a liberdade expressiva do inconsciente menos censurado.

Se escrever é como respirar, ler é como comer. Se a cada inspiração e expiração minha tiverem o prazer de degustar o resultado terão encontrado a fonte da felicidade de um autor.